
Joe Lally é mais conhecido por ter sido o baixista da banda Fugazi. Durante os anos que a banda esteve em hiatu ele se manteve ocupado fazendo shows e gravando sua própria música.
Antes da música solo de Lally tomar forma, uma mudança para Los Angeles o levou a colaborar com John Frusciante, um fã de longa data do Fugazi. Em 2004 eles lançaram o primeiro disco do Ataxia, Automatic Writing junto com o baterista Josh Klinghoffer (Beck, P.J. Harvey, Gnarls Barkley, Sparks). Um Segundo disco do Ataxia foi lançado em 2007, intitulado Aw II . Em 2005 Lally retornou para Washington DC e começou a se apresentar tocando sua própria música em Cafés e Galerias de Arte . Em 2006 continuou se apresentando acompanhado pelo percussionista Jason Kourkounis (Delta 72, Hot Snakes, Bardo Pond).
Em outubro de 2006 via-se no release do seu primeiro disco solo, “There To Here” (Dischord), o aparecimento de musicos que incluia Ian Mackaye e Guy Picciotto do Fugazi, Amy Farina (The Evens), Jerry busher (baterista do Fugazi por tempo parcial, French Toast), Eddie Janney (Rites of Spring), Scott Weinrich (The Obsessed, Spirit Caravan, Hidden Hand) e Jason Kourkounis.
Turnês nos Estados Unidos seguido de bandas como Antelope, The Melvins, e Capellary Action tornam-se parte do set ao vivo de Joe Lally. Lally também realizou uma turnê no Brasil em novembro de 2006 unindo-se ao percussionista Mauricio Takara (São Paulo underground, Hurtmold, M.Takara 3, Assembléia Ritmica de Pinheiros e Mundo Tigre) e o guitarrista Fernando Cappi (Hurtmold, Chankas e MDM) que trouxe um toque de “brasileiridade†para sua música.
Depois da turnê na Europa em 2007 com a banda italiana ZU, Lally gravou seu Segundo disco, “Nothing is Underrated” com a ajuda de alguns amigos; Guy Picciotto, Eddie Janney, Ricardo Lagomasino, Ben Azzara (Capitol City Dusters, DCIC), Devin Ocampo (Medications). Na conclusão daquele disco, Joe se transferiu para Roma e continuou em turnê pelos Estados Unidos, Europa e Brasil com Andrea Moscianese (Mughen, Tiro Mancino) tocando guitarra.
Depois de uma extensa turnê em 2009 que abrangeu a Australia (apoiado pelos musicos australianos Timothy and Jake Nicastri of Gallucci) duas turnês nos Estados Unidos, Japão, Inglaterra e Irland. A primeira metade de 2010 foi dedicada a terminar de compor e gravar.
Os dois primeiros discos solo de Lally foram quase experimentais na forma que ele criava as estruturas das músicas atravéz das partes de baixo e vocal para fornecer uma base na qual poderia ser adicionado a variedade de outros musicos.
Musicas para o novo disco nasceram naturalmente ao vivo quando Joe se juntou mais frequentemente a guitarrista Elisa Abela de Catania Sicily e o Baterista Ricardo Lagomasino (Capillary Action, Many Arms) nos Estados Unidos, e Emanuele Tomasi (Nohaybanda Trio) abrangendo shows na Europa. Em abril de 2011 é lançado o disco “Why Should i get used to it” uma parceria entre os selos Dischord Records, Desmonta e Tolotta Record (selo do próprio Joe).
foto: antonia tricarico
video: joe lally @ casa dissenso/sp | 01.02.08 > desmontavideo
