HAN BENNINK

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No universo do jazz é quase fora de moda ser tão multifacetado como Han Bennink. Bennink é um dos raros músicos desafortunados de habilidades e interesses que abrangem todo o espectro de sua música.
O que ultimamente faz de Bennink especial é a sua manifestação pelo amor a música, jogando o continuum do jazz como um intrumento de si mesmo.
Bennink começou a tocar bateria na sua adolescência, sob influência do seu pai, um percussionista clássico. Ele tocou com músicos de sua cidade no começo dos anos 60 e, entre 1962 e 1969, Bennink tocou com grandes nomes do jazz norte-americano, como Dexter Gordon, Sonny Rollins e Eric Dolphy durante as visitas deles à Holanda (ele foi o baterista no último disco de Dolphy de 1964). Em 1963, ele formou um quarteto que incluía o pianista Misha Mengelberg, com quem tocou no Festival Newport Jazz em 1966. Na metade dos anos 60, Bennink começou a tocar free jazz com Mengelberg e Willem Breuker. Em 1967, os três fundaram uma organização sem fins lucrativos destinada a promover os jazzistas de vanguarda holandeses. Durante o mesmo período, Bennink iniciou uma associação com com o saxofonista Peter Brotzmann, o guitarrista Derek Balley, o trombonista Alex Schippenbach, o trompetista Don Cherry e a Globe Unity Orquestra. Nos anos 70 e 80, Bennink tocou inúmeras vezes em sessões na FMP, Incus e Soul Note. Ele fez uma notável contribuição para o álbum tributo de Steve Lacy’s Herbie Nichols “Regeneration”, com Mengelberg, o baixista Kent Carter e o trombonista Roswell Rudd. No final dos anos 80, Bennink iniciou com o celista Ernst Reijseger e o saxofonista Michael Moore o Clusone Trio. e continua a fente da ICP Orchestra.
“O vívido senso de humor valoriza muito sua arte”

foto: fernando martins
video: han bennink e phil minton @ ccsp/sp | 11.12.10 > desmontavideo

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